19.7.07
O Fim
Este é o fim do MetrôLinguagem no Blogger. Mas ele não morreu realmente. Mudei para o Wordpress, pq lá é tudo melhor e não tem essas putarias de pop up e afins.
Sigam para lá e dêem um update nos seus links: www.metrolinguagem.wordpress.com.
Abraço.
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Vitor Leal Pinheiro
é o condutor.
Cadê sua passagem? ()
28.5.07
Pergunta existencial (1)
Só é mesmo nosso aniversário se as pessoas comemoram? Sozinho, num buraco escuro, o aniversário parece mais um dia como outro qualquer. E deve demorar muito mais para passar do que no meio de bons amigos.
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Vitor Leal Pinheiro
é o condutor.
Cadê sua passagem? ()
25.4.07
Quem?
Se eu pudesse, faria das palavras silencio. Mas aí, quem as leria?
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Vitor Leal Pinheiro
é o condutor.
Cadê sua passagem? ()
11.4.07
Páscoa
Hoje eu nasci e ninguém vai atravessar essa porta. São 14 anos e sete mágoas, cada mágoa com sua certeza. Catorze anos de dor que não cabem nesse corpo, cheio, inchado. Tenho que crescer logo pra não rasgar essa pele, para caber dentro de mim. Mas eu já sei, já vi o que acontece: hoje ninguém vai atravessar aquela porta. E eu vou assoprar as velas sozinho e guardar os aplausos para outro ano qualquer. Porque o fato é que algum tempo vai se arrastar até eu ter quem me felicite por qualquer coisa. Nem que seja por essa persistência em respirar, de continuar por aqui, nesse quarto abafado, nessa cama úmida de suor. Que eu continuo vivo; sobrevivo. Não há mesmo o que celebrar. O que há é essa miserável existência, e por mais que eu procure atrair outros praqui, o trinco emperra, o chão se abre e o cômodo esmaga. Meu corpo me esmaga. Eu moro aqui, desse lado do batente, torcendo pra um dia achar alguém que me dê parabéns. Qualquer.
São catorze velas no bolo e oito mágoas dentro de mim.
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Vitor Leal Pinheiro
é o condutor.
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6.3.07
Pergunta
De quanto em quanto tempo é preciso postar para manter o blog vivo?
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Vitor Leal Pinheiro
é o condutor.
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8.1.07
Inédito
Isso era para sair no Varal, um zine que, por enquanto, ainda esta no papel. Então, pra não mofar:
Páscoa
Hoje eu nasci e ninguém vai atravessar essa porta. São 14 anos e sete mágoas, cada mágoa com sua certeza. Catorze anos de dor que não cabem nesse corpo, cheio, inchado. Tenho que crescer logo pra não rasgar essa pele, para caber dentro de mim. Mas eu já sei, já vi o que acontece: hoje ninguém vai atravessar aquela porta. E eu vou assoprar as velas sozinho e guardar os aplausos para outro ano qualquer. Porque o fato é que algum tempo vai se arrastar até eu ter quem me felicite por qualquer coisa. Nem que seja por essa persistência em respirar, de continuar por aqui, nesse quarto abafado, nessa cama úmida de suor. Que eu continuo vivo; sobrevivo. Não há mesmo o que celebrar. O que há é essa miserável existência, e por mais que eu procure atrair outros praqui, o trinco emperra, o chão se abre e o cômodo esmaga. Meu corpo me esmaga. Eu moro aqui, desse lado do batente, torcendo pra um dia achar alguém que me dê parabéns. Qualquer.
São catorze velas no bolo e oito mágoas dentro de mim.
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Vitor Leal Pinheiro
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1.12.06
Dois meses de silêncio
Parece que a pena teima em não se mostrar.
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Vitor Leal Pinheiro
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19.9.06
Hoje
Eu descobri que a vida só tem um sentido.
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Vitor Leal Pinheiro
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12.9.06
É preciso voltar a escrever.
Mas acho que me esqueci como faz.
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Vitor Leal Pinheiro
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19.6.06
Poema em linhas tortas
Escrevo no trepidar do ônibus, à luz intermitente da rua.
Nos dedos vejo uma mancha,
vermelha, quase negra.
A tinta imprime o papel, imprimindo minhas digitais num poema.
Um falso poema de sangue.
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Vitor Leal Pinheiro
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6.6.06
Literatura
Porque nada do que eu escrevo fica tão belo quanto nos teus lábios.
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Vitor Leal Pinheiro
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Degustação
Era um homem de bem, desses que são modelo de pai, marido, funcionário. Trabalhador, responsável. Não fosse o seu único prazer, algo moralmente repreensível:
Mais? Só no
Aquele #17
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Vitor Leal Pinheiro
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16.5.06
Sobre o Projeto Caos
Seguindo o exemplo do Exército Carioca, o Governo de SP pede por favor e encerra a violência dando aula de bons modos.
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Vitor Leal Pinheiro
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8.5.06
Das leituras
Passei dias atrás de um marcador que marcasse as pausas de um livro de poesias.
Desisti; Li tudo de um só suspiro.
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Vitor Leal Pinheiro
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4.5.06
Aquele #16 no ar
Confiram.
Worry not. Essa semana eu volto a publicar. Só quero dar um tempo pro Aquele.
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28.4.06
Comentários!
Uma amiga atentou para o fato de que os comentários não estavam funcionando. Isso alivia minha consciência: achei que ninguém tava entrando ou gostando das coisas novas. Aparetemente, centenas de pessoas tentaram comentar e não conseguiram. Ufa, foi por pouco.
Então, se você é uma dessas milhares de pessoas, faça um obséquio e doe um comentário. Não vai fazer falta pra você, juro!
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Vitor Leal Pinheiro
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24.4.06
Lá do outro lado do mar tinha uma pequena ilha.
O dono - possuía um dono a ilha - era um homem rico e muito sozinho, que contratou um pescador para ficar de olho na sua ausência. E, na ausência do homem, sete anos marcou o olho do pescador. Esquecimento, morte, por todo canto o boato corria. Mas sempre o preto velho, ouvido por ouvidos moucos, dizia: cansou-se de passar os dias só, naquela pequena imensidão que era ficar na deserta ilha. Fato é, que não voltou; e o povo acabou esquecendo quase de vez.
E, só quando apareceu um turista, indagando pela pequena porção de árvores atravessada lá na baía, é que apontaram para uma casa na vila, orgulho e inveja amarrados em laço de fita: quem conhecia bem era o Bira, mas agora ele dorme no mar.
Coitado.
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Vitor Leal Pinheiro
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31.3.06
Mudei
Mudei o foco do blog. Um blog de textos inteiro era mais um desserviço do que qualquer coisa. Agora eu postarei meias histórias, pedaços de mundo. Vez ou outra um conto de cabo a rabo. Mas não esperem por isso. Quem quiser histórias completas, tem sempre o
Aquele, que por sinal vai ao ar amanhã. O primeiro texto da nova leva está aí embaixo. Quem quiser dar palpites, fique à vontade (embora ninguém entre mais aqui).
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Vitor Leal Pinheiro
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Alva
Entre nascer e morrer passou-se um instante. A pequena promessa que ali estivera, dia após dia - um botão! - se concretizava em explosão de beleza. Quem imaginaria que tanta luz pudesse sair daquele ínfimo embrião de coisa. E na efemeridade, que era o catalisador da sua beleza, jazia também a semente do fim. Navalha, cordão umbilical, e agora ali, entre tantas iguais: um berçario de cores. Estufa de bebês matizados: rosa, vermelho, amarelo - amarelo! - mas a alvura pálida marcava sua presença: única: rainha entre princesas.
Semi-aberta, como temendo olhar o mundo de frente, esperava seu momento em meio a tantas outras esperas. Veio o dedo que apontou, numa sentença irrevogável o fim, essa. A alva rosa a enrubescer as faces petalares.
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Vitor Leal Pinheiro
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15.3.06
O exército é mesmo genial.
Pra quê entrar na favela se vc pode pedir por favor?
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Vitor Leal Pinheiro
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10.2.06
Um post
Hoje eu vi no meu blog que não escrevo nada desde novembro. Estou com alguns textos sendo cozidos em banho maria, mas sei lá quando ficarão prontos. O pior é que perdi um backup com todos os meus arquivos, inclusive textos. Ainda bem que dei uma sorte e um texto que eu mandei para um concurso literario ainda não tinha sido incinerado, e eu vou recuperá-lo.
Mas o fato é que hoje eu entrei no blog da Thaís Fabris, o Pescaria de Palavras, link ao lado, e li algo muito bonito sobre um lugar que amo. E, por isso, vou fazer algo que eu nunca faço: vou colocar esse texto aqui, porque é muito bom.
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452
Você devia ver São Paulo como eu vejo, num fim de tarde com brisa fresca, o alfalto molhado refletindo a luz dos postes, uma fileira de luzinhas vermelhas indo, outra de luzes brancas vindo, a brisa arrepiando os pêlos do braço.
Você devia ver a São Paulo que eu vejo, em uma noite fria de inverno, luva, gorro, cachecol, o calor de um abraço amigo. Você devia ver a cidade do alto, todas as janelas dos apartamentos, cada janela, uma vida.
Você devia ver a Vila Madalena em um domingo de verão, o Centro e seus prédios antigos, o Mercadão. Você devia ver a Paulista em qualquer dia, e devia ver bem, pra entender melhor a cidade.
Só não devia ver a Berrini. E o Morumbi. Aquilo pra mim não faz sentido. Mas devia ver a Marginal só por curiosidade: o maior estacionamento do mundo! Devia subir a Marginal Pinheiros durante a semana em um Gol com 5 pessoas queridas e entender que o trânsito não é tão ruim assim.
Você devia andar de ônibus conversando com o cobrador. Você devia se perder um dia e ir parar no Grajaú. Você devia sentar pra tomar uma cerveja olhando pra faculdade mais bonita de São Paulo: a minha. E devia, não sempre que os dinheiros são poucos, mas quando desse, comer um pão de calabreza no Braz. E sempre que possível, sentar em uma calçada na Liberdade pra comer um Yakissoba.
Você devia ver a São Paulo que eu vejo, infinita, caótica, cinza. Enormemente acolhedora. Com seu asfalto eternamente molhado pela garoa. Então você ia entender como se pode amar São Paulo.
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Vitor Leal Pinheiro
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4.11.05
E o Aquele está no ar
Cliquem no selo aí do lado e confiram.
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Desafio da Olivia (sem acento)
Alguns meses atrás a
Olivia me desafiou (e a alguns outros) a continuar um texto que ela tinha começado. O resultado, já postado por ela, eu finalmente trago para cá.
E devido e inúmeras 4 reclamações, vou dar um jeito de postar algo novo aqui de vez em quando. De início, estou com um projeto de reavaliar coisas antigas colocadas aqui. Acertar aqui e ali e ver no que dá. Uma das coisas interessantes de ler sempre, escrever sempre, e reler vez ou outra o que fez no passado, é que você nota erros tão simples de se arrumar - e outros quase impossíveis. A gente ganha mais clareza e objetividade na avaliação do texto. Então vou fazer isso. Inclusive, uma versão aprimorada de um dos meus contos eu enviei para um concurso literário. Vamos ver no que dá. Enquanto isso, leiam o texto:
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Instantes
"Infindo e onipresente, o nada envolvia cada recanto de sua consciência" - Joseph Glittergate
O quarto era escuro e a figura sentada sobre a cama não se movia. O silêncio pulsava com a cadência da sua respiração. Uma luz entrava fraca e esverdeada pela fresta de janela aberta e iluminava um retângulo na parede oposta. As mãos apoiadas na borda do colchão e os pés em simetria tocando o chão. Uma espécie de ruído chegava da rua; carros passando e prostitutas que conversavam com vozes esganiçadas.
Ele não ouvia, imerso em seu mundo estático de sombras. Era o silêncio e o silêncio nascia dele, em ondas, inspirando e expirando.
Um quarto sujo de um hotel pobre em um bairro esquecido, ele pensava, e pensava também em outros adjetivos que poderiam caber naquele lugar tão feio. E tomou todos aqueles adjetivos para si conforme os enumerava, e os adjetivos sentavam-se ao seu lado e o tomavam para si também. Decadente, abandonado e triste, e outros tantos adjetivos que quando muito juntos perdiam o significado e viravam seqüências idiotas de sons.
Passos no corredor. Fugiram os adjetivos e o silêncio se escondeu embaixo da cama. O homem levantou-se e fez ranger as molas do colchão, e o silêncio pulou pela janela.
Decidiu. Da cabeceira, assomou a arma. Retesou o pulmão. Engatilhada, o cano aproximou-se sem emitir som. O silêncio gritou um aviso, a bala respondeu num dó torto. E o silêncio voltou ao recinto.
Desta vez, permanente.
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4.10.05
Aquele #9

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13.9.05
Aquele #8
Entrem no aquele, entrem! Corram. Ali; do lado, ali no selo, ó.
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25.8.05
Promessa
Eu prometo que volto. Não vou abandonar o Metrô. Estou ensaiando já novas idéias. A verdade é que a oficina, o trabalho, tudo isso me cansou demais. Eu precisava de descanso. E agora, uma nova crise, daquelas existenciais. Já, já será hora de renascer.
Esperem, eu volto.
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Vitor Leal Pinheiro
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3.8.05
Aquele #7 no ar
O Aquele está no ar desde segunda. Como ninguém mais vem aqui, eu nem encanei de deixar aviso. Mas não custava nada, né? Então tá aí.
Aqui.
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18.7.05
Desafio
Eu aceitei o desafio da Olivia do Forsit, mas ela me negligenciou um tempão e não colocou no ar. Agora foi.
Confiram.
E sim, estou numa fase minimalista.
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1.7.05
Férias
Acabou a Oficina, e nem coloquei o último exercício aqui. Não acho q vá colocar, pelo menos por enquanto. Estou cansado, preciso de férias. Acho que vou dar um tempo. Mês que vem só escrevo pro Aquele, que por sinal já está no ar.
Confiram.
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1.6.05
Aquele #5
Hoje é dia de Aquele de quem lhe falei. E tem novidades por lá. Atualizem seus links porque o Aquele agora é .com.br.
www.aquele.com.br
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